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forge.toml

O manifesto do projeto: metadados, scripts e configuração.

O arquivo#

forge.toml
[project]
name = "meu-app"
version = "0.1.0"
description = "Um exemplo"
authors = ["voce"]
license = "MIT"
entry = "src/main.df"
dataforge = ">=4.0"

[dependencies]

[scripts]
start = "run src/main.df"
test = "test tests/"
check = "check ."
fmt = "fmt ."

[build]
out = "dist"
include = ["src"]

[lint]
strict = false
ignore = ["magic-number"]

O que ele habilita#

Entrada padrão#

bash
dataforge run        # sem argumento: usa project.entry

Scripts nomeados#

Qualquer chave em [scripts] vira um comando:

bash
dataforge start      # roda "run src/main.df"
dataforge test       # roda "test tests/"

Isso guarda o comando certo no repositório, em vez de num README que ninguém lê.

Raiz do projeto#

Comandos rodam a partir da pasta do forge.toml, não de onde você está. Rodar dataforge test de dentro de src/ funciona igual.

Versão mínima#

bash
dataforge info

Avisa se o dataforge = ">=4.0" não bate com a versão instalada — antes de você descobrir isso por um erro de sintaxe estranho.

A seção [dependencies]#

Criar#

bash
dataforge init